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Estórias maravilhosas, parte I (o complexo de Antunes)
Dossiês/Pseudo-antropologia/Rituais humanos

Estórias maravilhosas, parte I (o complexo de Antunes)

Apenas imagine Paulo Antunes tentando conseguir uma noite de amor. Paulo Antunes é um cara maneiro. Paulo Antunes tem um emprego que paga bem. Paulo Antunes é um cara bem-apessoado (e isso é o máximo que um homem hétero pode elogiar outro homem hétero no que refere à sua beleza). Por que ele não pegaria uma mina? … Continuar lendo »

Coisas que eu odeio e talz/Dossiês/Formas de derreter cérebros

Ensaios acadêmicos e descobertas do mundo científico em geral

Neste momento particular da minha existência, eu realmente posso dizer que eu odeio várias coisas e pessoas que insistem em existir neste mundo em que conhecemos. Se eu gosto ou de você, caro leitor, se sinta especial, por que cara, eu odeio muita gente. Se você conhece alguma coisa que eu gosto, pode apostar que … Continuar lendo »

Coisas que eu odeio e talz/Pseudo-antropologia

Suíte #2: Fogos de artifício / A cabine do sim ou não / Filmes de ação

I. Esses dias eu estava no conforto do meu lar, tomando o meu chá habitual noturno quando percebo que existia alguma partida de ludopédio (ou futebol, caso queiram) relativamente importante acontecendo. Ao decorrer da porfia, à medida que as cidadelas dos clubes eram ultrapassadas pelo esférico, logo notei a incrível predisposição humana de comemorar seus … Continuar lendo »

A terra sem lei das internetz/Pseudo-antropologia/Formas de derreter cérebros

Stream of consciousness IV

Confesso que andei passando por uns momentos de pura falta de criatividade. Pra você ter uma idéia, o meu status mais curtido do Facebook esses dias foi um que eu copiei de outro cara. Era interessante o Facebook no começo. Era um Orkut com menos erros de português. Ou seja, um Orkut de público mais selecionado, menos … Continuar lendo »

Pseudo-antropologia/Rituais humanos/Coisas que eu odeio e talz

Stream of consciousness III

O stand-up é realmente muito interessante. É barato, não tem aquelas idiotices de cenário, figurino, maquiagem, etc., além de ser fácil de fazer e fácil de rir. Ás vezes nem é engraçado e vocês já estão rindo. É uma grande diferença dos comediantes de antigamente. Pensa, por exemplo, num Ary Toledo. Ou Costinha. Era uma … Continuar lendo »